Uma maravilhosa prenda de Natal para todos

>

BOAS FESTAS E UM ANO NOVO DE 2019 MUITO FELIZ PARA TODOS OS NOSSOS VISITANTES;

Para nos ajudarem na tarefa de divulgação da cultura espírita pedimos que divulguem palavraluz.com e espiritismocultura.com junto de todos os Vossos amigos e conhecidos.
Com o favor de militância espírita de se inscreverem como SEGUIDORES destas duas páginas  e o pedido de que o façam também todos os Vossos amigos e conhecidos.
Já temos mais de 100 seguidores (hoje 121…) mas gostaríamos de chegar AOS MIL  !....

FICAVA A SER O MAIOR CENTRO CULTURAL ESPÍRITA DE TODO O MUNDO… com objectivo na plena liberdade de pensamento e na visão optimista da vida

>

PARA ESCUTAR A PORTENTOSA OBRA DE JOHANN SEBASTIAN BACH, A PAIXÃO DE SÃO MATEUS, BWV 244, É FAVOR CLICAR NESTA FRASE

 

Desculpem, estamos a traduzir “O Livro dos Médiuns”, para publicação no primeiro semestre de 2019 (uma novidade de vésperas de Natal…), por isso não há tempo para traduzir o texto abaixo…

MATTHEW-BASICS

Betrayal, judgement and death, but above all love; although most of the words of the St Matthew Passion are almost 2000 years old, the message is still relevant today.

The St Matthew Passion tells the story of the last days of Jesus. He is betrayed, tried, crucified and buried. The lyrics were compiled by Picander (the pseudonym of Christian Friedrich Henrici), probably in close consultation with Bach himself. For their theme, they took the story as told by St Matthew the Evangelist. As different groups or people have their say, the singers get different roles – Christ, Judas, Peter, a slave girl, the pupils, the high priests, the people and the soldiers, etc.

At key moments in the story, Bach and Picander added chorales and arias as a reflection of the biblical story. The action is suspended and the events are placed in the theological context of Bach’s day.
The chorale lyrics and melodies come from the Lutheran hymn book, and were well known to the congregation in Leipzig. Even though Bach’s harmonies were new, everyone would have recognised the melody and the words. The lyrics for the opening and closing choruses and the arias were brand new, however. Both the arias and the chorales often link up seamlessly with the evangelical words.

In his lyrics, Picander distinguishes between two groups of people: the ‘Daughters of Zion’ (Jerusalem) on the one hand, and the faithful souls on the other. Picander often puts these two groups in dialogue with one another. Bach reinforces this dialogue effect by having two separate ensembles of singers and instrumentalists, which he refers to as coro I and coro II. Each of the two ensembles has its own function. The first choir is part of the story and provides the most important emotional reactions, as in the arias ‘Erbarme dich’ and ‘Aus Liebe’. The second choir asks questions, provides commentary and draws conclusions.

In the chorales, Bach combines the two ensembles, and the whole group supports the spoken word. He also uses both choirs together where he wants to portray the furious crowd to maximum effect, as in ‘Lass ihn kreuzigen’. The first choir always takes the lead, and the second follows.

The ‘Dutch’ passion
Whether or not they are lovers of classical music, practically everyone in the Netherlands knows the St Matthew Passion. Every year, there is a real ‘Matthew madness’ in the month before Easter. Each town has its own performance and any reasonably large concert hall has at least two or three. The first performance of the St Matthew Passion in the Netherlands was in Rotterdam in 1870. Amsterdam followed suit in 1874. With the Concertgebouw orchestra, Willem Mengelberg then instituted a Passion tradition in Amsterdam that still continues today. In reaction to the Mengelberg performances, the Netherlands Bach Society was formed in 1921. The founders thought that the St Matthew should be performed where it belonged – in a church. The annual performance by the Bach Society in Naarden grew to become ‘the’ Dutch St Matthew Passion

João Donha – Espiritismo / 9 anos / 88 reflexões importantes

>

Sem comentários, recomenda-se visita e leitura atenta

Diz-nos João Donha, com toda a razão de sempre:
O inusitado dos blogs é que, tal como nos mangás, os primeiros textos que vemos são, na verdade, os últimos. Assim, quem quiser acompanhar o pensamento do bloguero na sequência em que surgiu, deve começar pelo fim, para encontrar o início.

A VERDADE INDUBITÁVEL DAS COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS

>
>

Gaveta de núvens, acrílico s/ tela s/ platex, Costa Brites 2001

>

Conheci em tempos uma pessoa que transcrevia comunicações mediúnicas das reuniões espíritas que frequentava.
Com as responsabilidades familiares que tinha, a tarefa fazia-se longa e cansativa.
Sendo de minha amizade muito próxima permiti-me dizer-lhe um dia:
Olha, sendo assim, não tens que transcrever tudo. Dos apontamentos, passa a limpo só as coisas que tiverem história, que sejam aproveitáveis. Com o resto, não te cansas.

Olhou-me a minha serena e confiante amiga, com aquele silêncio perturbado e suspenso com que olhamos temerosamente as coisas que achamos que podemos perder por descuido, e disse-me:

OBRIGADO QUERIDO AMIGO
com essa bem intencionada proposta com que querias sossegar-me
descobri porque são verdades invencíveis as coisas que nos contam os Espíritos nossos amigos:
Nunca nos contam duas coisas iguais, ou ditas da mesma forma.

As comunicações dos espíritos, além de corresponderem a factos comprováveis pela própria vida vivida,
nunca repetem as mesmas verdades da mesma forma, porque,
como a vida vivida, são sempre diversos, variam como
a água de uma fonte, que a cada instante se renova.
As comunicações dos espíritos são de uma verdade que não ilude e não simulam a realidade
são exatamente como a realidade – irrepetível e infinitamente diversa;
é fundamental aproveitá-las todas
da primeira à última letra

Carlos Lobo, um olhar aberto no meio da multidão ; Publicado no “Diário de Coimbra” de 7 de Dezembro de 2001

 

 

 

.

.

Nova versão resumida do livro NDE*EQM*Espiritismo

“Moonlight Surf” óleo s/ tela 84,5 x 75 cm Costa Brites 1981

>

.CARÍSSIMOS VISITANTES

 O trabalho que aqui se encontra publicado foi escrito há vários anos e gostaria bastante de reconsiderá-lo em vários dos seus aspectos.
Tinha-o retirado daqui para releitura e revisões.
Visto que tem havido interessados em lê-lo, PUBLICO-O AGORA NUMA VERSÃO BASTANTE MAIS FÁCIL DE LER.
Foi resumido o seu conteúdo para facilitar a abordagem do que é mais imediatamente interessante: os depoimentos das pessoas que passaram por essa experiência.
CHAMO A ATENÇÃO PARA O FACTO DE QUE TODOS OS TEXTOS DE ALLAN KARDEC ainda não foram actualizados para os que temos andado a traduzir e a publicar mais recentemente.

Os meus agradecimentos e as melhores saudações
espiritismo.cultura@gmail.com

Andei durante muito tempo à procura de estudos espíritas sobre as Experiências de Quase-Morte, também chamadas Experiências de Morte Iminente (NDE em Inglês, EMI em francês, EQM em português).
Tive conhecimento delas há já muito tempo; escutei, vi e li grande número de depoimentos de experiencistas (consultar os outros temas aqui desenvolvidos a respeito de Stephan von Jankovich a respeito dos estudos do Dr. Pim Van Lommel etc.)
Fui investigando, certo de que acabaria por aparecer um estudo espírita a esse respeito.
Como isso não aconteceu, se calhar por falta de sorte ou pela pouca visibilidade de algum estudo existente, RESOLVI FAZER EU UM LIVRO sobre esse tema.
Falta dizer que sempre relacionei de forma muito surpreendida a experiência das pessoas que fazem tais depoimentos e o conteúdo do saber espírita.
Passados estes últimos anos, muitas e muitas horas de documentos lidos e depoimentos analisados, essa convicção persiste.

COM ISTO NÃO PROCURO AMALGAMAR NOÇÕES OU NIVELAR A DIFERENÇA QUE EXISTE ENTRE ESTES FENÓMENOS E O QUE SE PASSA COM AS ENTIDADES QUE REENTRAM DE FACTO NA PÁTRIA ESPIRITUAL, PARA PROSSEGUIREM NATURALMENTE A SUA EVOLUÇÃO.
NEM O RECEIO FORMALISTA DE QUE ISSO ACONTEÇA TEM RAZÃO DE SER, VISTO QUE TODOS OS FENÓMENOS DA CRIAÇÃO E DA NATUREZA ESTÃO RELACIONADOS ENTRE SI.
TRUNCAR A REALIDADE EM PEDAÇOS EMPOBRECE E DISTORCE A VISÃO DOS HORIZONTES ILIMITADOS DOS UNIVERSOS DE QUE SOMOS PRIVILEGIADOS VIAJANTES.

EQM + ESP síntese

para aceder ao PDF, é favor clicar

.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA
uma luz pelo reino das sombras
Costa Brites, acrílico s/ papel

Este trabalho vai ser colocado na net livre de direitos.
Seria impossível fazer este pequeno estudo se não recorresse a depoimentos de “experiencistas” que o autor considera, em princípio, património da humanidade.
Quanto às traduções e comentários que publico, são acompanhados das respetivas fontes.

espiritismo.cultura@gmail.com

.

.

.

.

.

.

.

Seja mais um seguidor de espiritismo e cultura

>

>

JÁ SOMOS UM GRANDE GRUPO DE AMIGOS, QUE CRESCE COM REGULARIDADE

“palavraluz.com” é agora um domínio próprio, sem anúncios e com mais possibilidades técnicas.
O irmão mais novo “espiritismocultura.com” também já goza das mesmas prerrogativas
Registe o seu Email como seguidor em ambos os endereços (na coluna do lado direito, em cima) e passará a receber uma mensagem por cada publicação efectuada.

 

fragmento de uma pintura da série “Peregrinação” (construida lendo Fernão Mendes Pinto) , de Costa Brites

Muito importante será que cada um dos amigos
procure alargar o círculo dos interessados em seguir
uma cultura não dogmática de enriquecimento moral e intelectual,
em plena liberdade e independência.

 

fragmento de uma pintura: “Visões do Céu – memórias da infância” , de Costa Brites, 2008


.

.

.

PERISPÍRITO – 1

>

Para disporem de melhores condições
de visualização deste primeiro artigo
a respeito do PERISPÍRITO
peço aos estimados leitores que
visitem o seguinte endereço:

https://wp.me/P32fsN-1oA

basta clicar no endereço, por favor

.

O Homem de Vitrúvio, LEONARDO DA VINCI 1490

Prefácio de JOÃO XAVIER DE ALMEIDA

>

 


A ideia de prefaciar esta tradução de O Livro dos Espíritos para Português luso, por deferente convite dos Editores, quase intimidou a desvalia inteletual do convidado. Com fortes razões: a grandiosidade da Obra original de 1857, pelo conteúdo e metodologia inovadores; a sua tradução esmerada, fiel, valorizada com notas dos eruditos Tradutores a contextualizar cultural e semanticamente, nos nossos dias, alguns termos de há século e meio.
Jamais nos demitamos do dever de gratidão ao Brasil, pelas diversas traduções (totalizando, todas, muitos milhões de exemplares editados) que facultaram ao leitor português a obra colossal de Allan Kardec; convenhamos porém: a tradução que ora ouso prefaciar supre finalmente uma nada lisonjeira omissão editorial lusitana, tão longa e desconfortável aos nossos brios.

Dizer grandiosa e transcendente a obra traduzida, O Livro dos Espíritos, nada tem de exagero. Ela integra um pentateuco hodierno de que é o volume basilar, e configura um relevante marco civilizacional judaico-cristão de cultura universal. Sagra-se como a terceira dum ciclo de grandes revelações, iniciado com Moisés e aperfeiçoado por Cristo.
Mas… revelação agora em estilo direto, lógico, assertivo, coerente com a profundeza latente das duas precedentes; uma revelação já não necessitada de alegorias e formalismos requeridos outrora pelo verdor evolutivo do Homem. Enfim, uma revelação sobre factos e leis naturais sistematizados com inatacável metodologia científica. Consistente, elucidativa, ela emerge vigorosa duma época onde o racionalismo, inebriado pela emancipação da opressiva tutela eclesiástica, derrapava no materialismo presunçoso que decretou “a morte de Deus” e entronizou a Deusa Razão.


Ante cenário tão perturbador, a religião instituída reagia infantilmente. Em 1861, em Barcelona, a Santa Inquisição cremava piamente, em público, uma remessa de trezentos livros espíritas oriundos de França (demência repressiva que só promoveria a Doutrina dos Espíritos, onde revive pujante a Boa Nova de Jesus).
Em 1870, Pio IX, com o desastrado Concílio Vaticano I blindou em dogma a sua “infalibilidade”, e calou minaz, autoritário, a sensata oposição do bispo Joseph Strossmayer e dezenas dos seus pares.
Entretanto a imparável Terceira Revelação alastrava na Europa e no Mundo, luz serena de bom senso e racionalidade, vergando à eloquência dos factos a dura cerviz do paradigma mecanicista-materialista, tal como o não menos duro paradigma religioso da fé cega e sectária (Tertuliano: credo quia absurdum, creio porque é absurdo), que pontificou por mais de mil anos até ao primeiro questionamento, o saudável princípio do livre exame luterano.


Da contradição dialética entre a tese tertulianista da fé cega e a antítese materialista do racionalismo cartesiano-newtoniano, a Terceira Revelação extrai fecunda síntese: a fé raciocinada, luz que de algum modo vemos fulgir também, cem anos depois, no princípio da liberdade de consciência estatuído no refrescante Concílio Vaticano II (1962-1966, convocado pelo ecumenismo salutar do bom papa João XXIII, cristianíssimo, sequioso de converter a sua igreja para Cristo, audaz empreendedor dos primeiros passos nesse sentido. Brutalmente impedido João Paulo I de os continuar, só os retomou o também grande cristão Papa Francisco, um resoluto e cativante Mikhail Gorbatchev do Vaticano).
O poderoso impulso benfazejo da Terceira Revelação não deixaria incólume a quase sacralidade da ciência convencional. Muitos académicos prestigiosos (ao contrário da maioria deles) compreenderam e acolheram individualmente a surpreendente Revelação, depois de a testarem com rigor.

Um dos maiores do século 19, Sir William Crookes, empenhou-se de 1870 a 1874 em exaustiva e frutuosa investigação à mediunidade da então famosíssima Florence Cook, com intenção inicial de dissecá-la e explicá-la à luz da ciência académica. Mas, rendido à límpida evidência dos factos, verificados e reverificados, relatou em sucessivos números do Quarterly Journal of Science as minúcias da experimentação rigorosa que conduzia.
Estarreceu os seus pares na London Royal Society com a declaração tornada célebre, acerca da fenomenologia espírita investigada: “Já não digo que tais factos são possíveis, afirmo que eles são reais”.


O sadio abalo ao mundo científico não poupou o núcleo duro do materialismo: Engels, culto e perspicaz parceiro inteletual de Karl Marx, não pôde ignorar na Dialética da Natureza a impecável investigação espírita de Sir William.
É certo, não a aceitou nem abonou; mas não tendo como refutá-la, abandonou airosamente o assunto (que desconstruía pela base a sua paixão intelectual, o materialismo histórico), alegando possibilidade duma porta secreta no recinto das experiências, a qual poderia permitir à equipa de Crookes enganar ou ser enganada.
Os artigos científicos deste, sobre a mediunidade que investigou, foram mais tarde compilados e editados em livro pela Federação Espírita Brasileira (Factos Espíritas – em Português, Castelhano, Esperanto e outras línguas). Nunca antes ou depois disso, que se saiba, alguém lhes impugnou a veracidade ou sequer pôs em dúvida a probidade intelectual do laureado sábio britânico, falecido em 1919.
Há porém que reconhecer um mérito a Frederico Engels: a sua tímida abordagem à Terceira Revelação foi feita num contexto de natureza (não de religião nem filosofia), e implicitamente assim acompanhava uma noção básica do Espiritismo, que encara sempre como naturais (sem nada de sobrenatural) os fenómenos espíritas.


Com o impacte salutar da Terceira Revelação e ante a evidência de fenómenos que não podia negar, nem conseguia explicar, a ciência convencional viu-se compelida a investigá-los.
Ainda no século 19, surgia na França a disciplina científica da Metapsíquica, com Charles Richet; e no século seguinte: a Parapsicologia, na Universidade de Duke, USA (professores Joseph e Louise Rhine); a Psicotrónica, Universidade de Leninegrado, URSS (professores Raikov e Vasiliev).
Tais ciências, mesmo quando teimam em situar no cérebro humano a razão e fonte da fenomenologia paranormal, constituem sem dúvida um progresso para a Humanidade.

Em 13 de março de1971, com chamada na primeira página, o “Diário de Notícias”, de Lisboa, informava sobre uma cadeira de paranormologia regida pelo padre Andrea Resch, no Instituto de Latrão.
Em rápida visita à Internet com a chave “paranormologia + prof andrea resch”, constata-se por exemplo que Paulo VI criou em 1970 a Pontifícia Universidade Lateranense (de Latrão) e a cátedra Paranormologia; que o termo paranormalidade foi introduzido pelo redentorista Andrea Resch, docente de psicologia clínica e paranormologia; e ser o referido padre um “convicto espiritista”. (Disto, permita-se-me duvidar: um espírita medianamente culto distingue bem entre afincado estudo ou mesmo docência dos fenómenos paranormais, e ser-se convicto espiritista, ou espírita).
Não se deixa porém de cismar: Roma sabe hoje muito mais sobre tal matéria, do que permite imaginar o historial de proibições e condenações, mais o galardão aos livros da Doutrina Espírita, que relegou ao Index librorum prohibitorum de triste memória (suprimido – louvado seja Deus! – após o fecundo Concílio convocado por João XXIII).

Estas pinceladas de historiografia contemporânea, e também mais recente, procuram dar alguma ideia da grandiosidade providencial e ativa da Terceira Revelação, chave para tantos “enigmas” e para entendermos a atual fase de óbvia transição vivida pela Humanidade terrena.
Apresentado agora em Português de Portugal o livro-base de tão significativa Revelação, feliz augúrio dum labor a continuar – bem hajam, senhores Tradutores e senhores Editores, pelo relevante préstimo à nossa comunidade.

de João Xavier de Almeida − Gaia, PORTUGAL
1 de Março de 2017

.

João Xavier de Almeida:

Curso complementar dos liceus (equiv. atual 12º ano);
Aposentado do Estado (Finanças Públicas);
Aderiu ao Espiritismo em Angola, anos 60;
Serviu em centros de: Grande Porto, Grande Lisboa,
desde 1976; na direção da Federação Espírita
Portuguesa, de 1984 a 31/12/1998;
Como presidente da mesma, de 1993 a1998;
Serve atualmente na:
ADEP e na
Associação Espírita Fraterna Francisco de Assis (Porto).

.


.

.

.

.

.

.