Bibliografia geral e leituras

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Temos andado a publicar aqui momentos especiais do trabalho de tradução de “O Livro dos Espíritos”. Esta notícia tem por tema a pequena bibliografia geral relativa às Notas Finais. . O Prefácio dos tradutores destina-se a preparar as pessoas que … Continuar a ler

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Albert de Rochas e a tese das vidas múltiplas

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Ao fundo: uma obra muito importante deste notável autor, nas versões portuguesa e francesa, que podem ser descarregadas pelos leitores. A Humanidade tem ao seu muito fácil alcance uma imensidade de provas evidentes da realidade empolgante do Espírito, das maravilhas … Continuar a ler

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Nova tradução de O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Em edição aberta e livre para todo o mundo de língua portuguesa…

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TERCEIRA EDIÇÃO REVISTA

FICHEIRO PDF PROVISÓRIO DA OBRA COMPLETA, DISPONÍVEL AO FUNDO DESTA NOTÍCIA

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.Esta é a terceira edição da nossa tradução de “O Livro dos Espíritos” directamente do francês para português de Portugal, com duas notas de apresentação de grandes amigos nossos e distintos espíritas, JOÃO XAVIER DE ALMEIDA e JOÃO DONHA, ambos notáveis conhecedores da nobre lingua portuguesa, um português, outro brasileiro.

A nossa tradução tem o intuito de ajudar a criar uma nova geração de leitores de “O Livro dos Espíritos”, sobretudo junto de pessoas não espíritas , mas que também poderá, com proveito, ser lido por pessoas já conhecedoras do tema.

Inclui um prefácio dos tradutores, dirigido a essas pessoas e um nutrido grupo de Notas finais acerca das diferenças de cultura, de sensibilidade e de terminologias entre o que era antes e o que é hoje, relativamente ao tempo em que a obra foi organizada por ALLAN KARDEC, em meados do século XIX.

O trabalho geral de revisão do livro traduzido foram movidos pelos seguintes propósitos:

Primeiro

Aproximação mais acentuada do francês praticado pelo autor da obra ao português falado nos nossos dias, com critérios de ordem gramatical e lexical coerentes com o espírito da cultura respectiva.

Segundo

Sendo “O Livro dos Espíritos” a obra basilar da cultura espírita, o leitor terá um acesso mais fácil e penetrará mais fundo na restante obra de Allan Kardec.

Terceiro

A vontade de abertura sinalizada no prefácio de autores e o franco desejo de debate de ideias sugerido nas Notas finais do Livro sugerem o recentramento da obra de Allan Kardec no estudo fundamental da cultura espírita.

De João Xavier de Almeida,

recebemos a mensagem de um prestigiado e histórico dinamizador e organizador da cultura espírita em Portugal.
Do seu valioso prefácio colhemos o seguinte momento, que convida todos os leitores à leitura completa do texto:

Jamais nos demitamos do dever de gratidão ao Brasil, pelas diversas traduções (totalizando, todas, muitos milhões de exemplares editados) que facultaram ao leitor português a obra colossal de Allan Kardec; convenhamos porém: a tradução que ora ouso prefaciar supre finalmente uma nada lisonjeira omissão editorial lusitana, tão longa e desconfortável aos nossos brios.
Dizer grandiosa e transcendente a obra traduzida, O Livro dos Espíritos, nada tem de exagero. Ela integra um pentateuco hodierno de que é o volume basilar, e configura um relevante marco civilizacional judaico-cristão de cultura universal. Sagra-se como a terceira dum ciclo de grandes revelações, iniciado com Moisés e aperfeiçoado por Cristo. Mas… revelação agora em estilo direto, lógico, assertivo, coerente com a profundeza latente das duas precedentes; uma revelação já não necessitada de alegorias e formalismos requeridos outrora pelo verdor evolutivo do Homem. Enfim, uma revelação sobre factos e leis naturais sistematizados com inatacável metodologia científica. Consistente, elucidativa, ela emerge vigorosa duma época onde o racionalismo, inebriado pela emancipação da opressiva tutela eclesiástica, derrapava no materialismo presunçoso que decretou “a morte de Deus” e entronizou a Deusa Razão.

De João Donha,

da cidade de Curitiba, no Brasil recebemos o favor fundamental de um testemunho de leitura; palavras de acolhimento e abertura de horizontes, para inspirarem à leitura mais proveitosa deste Livro, que nos oferece:
“…o novo paradigma do Espírito, da imortalidade, da responsabilidade individual pelos próprios atos, e da multiplicação ao infinito das oportunidades de correção e progresso…”

alguns parágrafos de João Donha:

1
…o paradigma teocrático… gerava um Estado teocrático, sustentado por uma poderosa instituição sacerdotal, com sua hierarquia sólida, seus ritos mágicos e sua capacidade de sugestão controlando as massas. O comportamento era subordinado à suposta vontade divina e, a adoração aos seus desejos. E, muito sangue foi derramado pelas religiões em nome da Divindade.

2
…o paradigma humanista, onde a ênfase é retirada da Divindade e passa a ser dada ao Homem, suas necessidades, seus direitos, suas aspirações e suas destinações. E, novamente, muito sangue foi derramado pelas revoluções em nome da Humanidade.

3
…um novo paradigma, onde a ênfase que já foi exclusiva da Divindade e, depois do Homem, transcende o imediato e passa a ser dada ao Espírito, ou seja, à nossa individualidade que sobrevive à extinção do corpo físico.

Este é o novo paradigma que o presente livro e as obras subsequentes que o completam está construindo. O Paradigma do Espírito, da imortalidade, da responsabilidade individual pelos próprios atos e, da multiplicação ao infinito das oportunidades de correção e progresso

NOTA:

o ficheiro aqui disponibilizado foi tratado por amadores desinteressados de quaisquer direitos autorais ou de afirmação pessoal, completamente INDEPENDENTES DE QUALQUER ORGANIZAÇÃO IDEOLÓGICA, CULTURAL OU POLÍTICA.
Poderá pois, de momento, incluir algumas falhas de que pedimos desculpa e que irão sendo rectificadas.

CLICAR PARA TER ACESSO AO FICHEIRO PDF

ficheiro pdf mais leve para descarga mais fácil (clicar nesta frase)

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“O LIVRO DOS ESPÍRITOS”, de Allan Kardec, em português de Portugal

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>  Nova tradução de “O LIVRO DOS ESPÍRITOS”, de Allan Kardec, em português de Portugal com prefácio de apresentação da filosofia espiritualista para pessoas espíritas e não espíritas, e NOTAS finais de contextualização e actualização cultural. > O espiritismo é … Continuar a ler

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JOÃO DONHA – comentário à tradução de “O Livro dos Espíritos”

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João Donha – Professor de Português e de História, poeta, escritor e notável estudioso e divulgador espírita de Curitiba, Paraná – Brasil

João Donha - Espiritismo Esta fotografia mostra o cabeçalho do blogue “João Donha – espiritismo” e representa o seu autor, já há alguns anos evidentemente, à entrada da “Passage de Ste. Anne”, em Paris, designação que em português se poderia traduzir como “Galeria de Santa Ana”. Como curiosidade, antes de termos começado a dedicar-nos integralmente à investigação da cultura espírita, estivemos um tempo em Paris, de visita a um filho que ali se encontrava. Movidos por qualquer espécie de intuição, visitámos demoradamente toda esta área histórica da cidade, incluindo, evidentemente o interessantíssimo e muito conhecido espaço do Palais Royal. Na altura não tínhamos a noção exacta, como agora, de que ali trabalhara tão afincada e generosamente Hipólito Leão Denisard Rivail, na produção da grande obra que mais tarde iríamos ler, estudar e traduzir!...
Para ter acesso a “João Donha – espiritismo”, um blogue muito rico de conteúdos de pensamento e cultura espírita, é favor clicar na imagem.


A seguir o comentário do professor João Donha, conforme foi publicado no já mencionado blogue de sua autoria:

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PRIMEIRA (E ÚNICA) TRADUÇÃO PORTUGUESA DO LIVRO DOS ESPÍRITOS


A primeira tradução para a língua portuguesa de um livro de Allan Kardec foi feita em 1862, pelo francês Alexandre Canu, secretário nas sessões da Societé Spirite. Trata-se do “O Espiritismo em sua mais simples expressão”, publicado em Paris pelo editor autorizado pelas duas coroas, brasileira e portuguesa, que bastante influenciou a entrada do espiritismo no Rio de Janeiro, segundo o próprio Kardec.Depois disso, iniciaram-se as traduções das obras de Kardec para o português feitas por brasileiros e lançadas no Brasil. Posteriormente, edições dessas traduções passaram a ser feitas também em Portugal, com as costumeiras adaptações quanto às peculiaridades regionais do idioma. Adaptações feitas em toda a literatura. Só o Saramago não permitiu; por isso, suas obras são lidas no Brasil tal como escritas em Portugal.Mas essa lacuna (a falta de uma tradução para o português de Portugal das obras de Kardec) começa agora a ser suprida pelo casal José da Costa Brites e Maria da Conceição Brites, com a publicação de “O Livro dos Espíritos”. Eu disse “começa”, porque o desafio é lançado, a ser cumprido por eles ou por outros, para que a tradução das demais obras de Kardec também se faça ao som da beleza original do nosso idioma, “última flor do Lácio, inculta e bela” como lembra Olavo Bilac em seu imortal soneto.

E, podemos dizê-lo sem medo de exageros, lacuna preenchida de forma brilhante. Costa Brites e Maria da Conceição (ou, simplesmente São, como ela simpaticamente se coloca numa rede social) têm um excelente domínio do francês e perfeita consciência da dinâmica histórica a influenciar constantemente uma língua, de forma que, não fizeram apenas uma tradução para o português: fizeram uma tradução para o Século XXI. O cuidado com a expressão correta, clara e precisa dos conceitos transmitidos nesta obra (que se insere no rol das grandes obras sintetizadoras da cultura ocidental) norteou seu trabalho. Um elucidativo, instigador e inteligente prefácio, somado às oportunas “Notas Finais” (que são referenciadas ao longo do texto em negrito e entre colchetes), tornam a leitura desta tradução perfeitamente digerível pelo iniciante no conhecimento espírita e, imprescindível para o estudioso aplicado da doutrina.

A proposta de Costa Brites se resume num brado: “OLE – obra viva, obra aberta!” Pois, segundo ele me disse num e-mail: “a cultura espírita, os espíritas, sobretudo aqueles que têm o privilégio de falar com os Espíritos, nunca deveriam ter parado de avançar na pesquisa mediúnica, abrindo cada vez mais o património das informações”. E finaliza com um vibrante e oportuno desafio que, aliás, é também a minha opinião: “quem não estiver de acordo com o nosso trabalho, tem uma proposta antecipada que lhe apresentamos: façam uma tradução para proveito próprio, com todo o empenho e interesse cultural” (…) “No dia em que todos os espíritas tiverem feito uma tradução para seu próprio uso, talvez se tenham dados passos em frente, que nos expliquem de forma consistente ‘a natureza, origem e destino dos Espíritos e as suas relações com o mundo material’, com todas as respetivas facetas e horizontes”.

Enfim, eis a obra. “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec, tradução de José da Costa Brites e Maria da Conceição Brites, Luz da Razão Editora, Portugal, 2017.

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Comentário a este texto inserido por nós no blogue de João Donha :

Caro professor João Donha,

Os autores da tradução de “O Livro dos Espíritos” diretamente do francês original para português da atualidade agradecem reconhecidamente a atenção posta na leitura e na observação cuidadosa do trabalho que fizemos com tanto gosto e interesse proveitoso.

Com efeito, a motivação principal que nos dirigiu foi a de colhermos ensinamentos para nós mesmos, acompanhando todas as fases da tradução com a necessária pesquisa a respeito de todos os temas que mereciam essa atitude.
Tentámos aproximar-nos um pouco da intimidade intelectual da obra de Allan Kardec e dos ensinamentos dos Espíritos que nos deu a conhecer com tão elevado critério de ordenação metodológica.
Ao autor deste blogue e a todos os seus visitantes as nossas melhores saudações.

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No largo espaço da Internet cabe perfeitamente, e na nossa sensibilidade claramente se justifica, uma breve imagem do que aprendemos a respeito de João Donha. O perfil e as poesias vão inseridas porque valorizam esta página.
Se a Internet não servir para encontrar e conhecer pessoas e enriquecer a nossa visão da vida, para que servirá ela?
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JOÃO ALBERTO VENDRANI DONHA, professor de Português e História, de Curitiba, Paraná, Brasil.

A si mesmo se qualifica como:

Ex-professor eventual de português e história;
ex-quase-escritor;
ex-funcionário de estatal;
… Algumas publicações infanto-juvenis; artigos e poesias em diversos periódicos.
E… nada a “completar”… A não ser o exercício atual de duas profissões não regulamentadas (graças a Deus):
a de “fiscal da natureza”, exercida na rive gauche do rio Cachoeira,
e a de “palpiteiro contumaz”, que pode ser verificada aqui no blog.

PUBLICAÇÕES:
“Os Gatos de Angaetama” (1979, CooEditora; 1985, Criar; 1995, HDLivros).
“Pelos Outros, Pela Gente” (1980, CooEditora).
“O Lambari Comilão” (1985, Criar).
“Brás Brasileiro” (1986, HDV).
“Espaço Agrário” (1980, Vozes).
“Os Desconhecidos” (1979, Beija-Flor).

Quase Poemas

Cb. 19.2.2007

RIO TEMPO

Estou num corpo, que está num barco, que desce um rio.
Saí da fonte para a foz, e estou em meio do caminho.
Para mim, a fonte é o passado e a foz é o futuro.
Se paro ou me volto as coisas se invertem.
Pois a fonte tem águas que ainda não vi,
o que faz que elas sejam o futuro,
enquanto que a foz são águas passadas.
Mesmo quando me movo ao longo do rio,
tendo a fonte como passado, lá estão surgindo novas águas;
portanto, em meu passado surgem novidades.
Mas as novidades não são coisas do futuro?
Se o futuro é a foz, suas águas podem ter passado por mim;
então meu futuro é conhecido, pois é feito de águas passadas.
Oh, meu Deus, minha vida gira como as voltas deste barco,
tendo o passado e o futuro sempre no presente.

9.7.2008

DIONÍSIO E APOLO

Se somos antes de ser; se temos categorias a priori; se somos uma centelha divina; se temos uma consciência prévia dada por Deus, lá no fundo e tal, esta verdade indemonstrável mas irrefutável, me indica que todo o saber é adquirido pela intuição, e a razão só lhe dá forma. Assim foi na fase inicial do conhecimento humano, e assim deve permanecer no desenvolvimento científico. A razão não é capaz de gerar novos conhecimentos, mas, simplesmente conformar o conhecimento intuitivo. É evidente; basta apenas observar que, quanto mais racional é uma pessoal, mais previsível ela é, e quanto mais intuitiva, mais criativa e genial. Isto não só porque a pessoa que se aferra apenas à razão se torna prisioneira da previsibilidade inerente a essa faculdade, mas, também, porque está fugindo à sua verdadeira natureza.
Viver é melhor que conhecer.

22.4.2009

A CIDADE

Sonho com a cidade da minha infância,
com muros baixos e portões abertos,
fechados apenas no mês de cachorro louco.
Agora, os cachorros estão sempre loucos
e saltam aterradores nos quintais,
obrigando todos a terem grades e
muros altos…

3.9.2009

POEMIAS

Eu não sirvo prá amigo,
nem prá companheiro,
muito menos prá correligionário,
aliás, eu não sirvo prá co-
isa nenhuma: sou apenas um indivíduo.
E da minha individualidade
(ou seria individualismo?)
eu não abro mão.

A contradição vivida
é que no exercício da minha
individualidade
(ou seria individualismo?),
eu dou-me o direito
de não ter opinião definida;
tê-la, portanto, dividida.
E o in-divíduo
é algo não divisível.

.1990

ECLESIASTES

Vaidade de vaidades, disse o Eclesiastes.
Que proveito tiras tu, ó trabalhador,
Do trabalho com que sempre te desgastaste
Debaixo do sol, a não ser a tua dor?

O sol nasce todo dia e torna a se por
Uma geração vem, outra geração parte
Por mais que pense não se livra do Criador
Filosofia, religião, ciência e arte.

Na calha do tempo se esvai inveja e amor
Seja puro ou pecador, não ilude a sorte
A tragédia com mais furor atinge o forte.

E por mim, que se dane burro ou pensador
Tudo é vaidade, pois que seja como for
Sábio e insensato encontram a mesma morte.

.2012

EU POETA?

O poeta senta e escreve
Eu apenas sinto e ouço
A sinfonia dos sabiás
Na hora mágica das cinco.
É muita paz e felicidade
Ainda que não sendo, só estando,
Mesmo que não tendo, só amando.

 

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PALAVRAS DE JOÃO DONHA
UMA APRESENTAÇÃO LÚCIDA E INTELIGENTE
DA PERSONALIDADE E DO VALOR DO TRABALHO DESENVOLVIDO POR ALLAN KARDEC

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Ser espírita em Portugal

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> > O presente artigo tem texto do nosso prezado amigo Francisco Alves que, de forma metódica, reuniu na sua presença internautico-cultural  ESPIRITISMO, A RAZÃO FACE A FACE, um conjunto de valiosos depoimentos e referèncias históricas ao mesmo assunto que … Continuar a ler

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JOSÉ PASSINI, crítica de “Os Quatro Evangelhos” de J.B. Roustaing

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>  >     José Passini (foto) é natural de Nova Itapirema, interior de São Paulo, mas reside há muito tempo na cidade mineira de Juiz de Fora. Espírita desde a infância, Passini considera a Doutrina codificada por Kardec como … Continuar a ler

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