Uma epidemia nova num tempo diferente

A Humanidade já foi numerosas vezes atacada por epidemias, terríveis ameaças à vida de muitas pessoas. As mesmas dificuldades, o medo e o desespero visitam-nos mais uma vez, mas de uma maneira nova e diferente.
Entretanto, os efeitos da doença em si, a nível global, não são de proporções muito elevadas perante gravíssimos problemas aos quais a sociedade continua indiferente.
O número das pessoas que diariamente são vítimas da FOME por todo o mundo é LARGAMENTE MAIS ELEVADO que o número de vítimas desta epidemia.
Com a diferença de que as grandes fomes e as carências de justiça e fraternidade são de todos os tempos e têm podido sobreviver a todas as epidemias.
O número de pessoas transtornadas e feridas por tudo o que há de mau na GUERRA e nos seus múltiplos sucedâneos, É MUITO MAIS GRAVE E DOLOROSO que todo o desarranjo causado por esta epidemia.
As vítimas da FOME e da GUERRA, fazem parte duma naturalidade aparente e estão reduzidas ao silêncio. Estão longe, ninguém as vê.

O que tem de diferente a nova epidemia é estar a desenvolver-se muito perto das pessoas que sabem ler e ocupam lugares confortáveis nas chamadas “civilizações Ocidentais” (com maiúscula!).
Entretanto, só tem aparecido como enormemente diferente, porque tem a possibilidade evidente de transtornar radicalmente o sistema económico da maioria dos países do mundo.
Caiu sobre nós de um instante para o outro e já encerrou um número incontável de empresas e lançou grande número de trabalhadores no desespero da falta imediata de recursos, em sociedades nas quais a capacidade de sobrevivência sem dinheiro é praticamente nula.
Nas ruas e lugares frondosos dos países civilizados não estão plantadas bananeiras às quais possamos subir, para colher grátis um cacho de bananas, que possamos comer durante uma semana, como acontecia em grandes áreas do mundo, em que a vida das pessoas pôde continuar com grande escassez de meios.

NO SISTEMA ECONÓMICO E NO DINHEIRO, AÍ SIM, É QUE RESIDE A ALMA AFLITA DESTA CRISE.

Visitem por favor as estatísticas das vitimas das principais guerras por todo o mundo e comparem. Façam o mesmo em relação com o número aproximado dos que passam e morrem de fome no mundo inteiro, e verão onde quero chegar.
Uma pobre mulher vestida de negro, falando algures num país devastado pela guerra, dizia num noticiário que, se a morte lhe chegasse pelo vírus, seria bom, porque poderia finalmente descansar desta vida.
O vírus desta epidemia, contudo, parece ter a ductilidade suficiente para não matar só mulheres de negro em países onde persiste a angústia de crónicas rebeliões armadas.
Por isso é tão temido no Ocidente (com maiúscula…) onde ninguém esperava por uma coisa assim.
Vou continuar a falar aqui da vida depois da morte, na paz de espírito dos cidadãos sem história que não fazem noticiários, mas olham sem medo o mundo inquieto.
Esperamos com paciência e fé que os homens, de uma vez por todas, resolvam dar-se as mãos, construindo a verdade e a justiça em paz, num mundo de igualdade e de confiança.
Nesse, mesmo que apareçam epidemias, tudo deverá ser muito mais fácil de resolver. Por existirem vacinas muito boas?
Não. Porque haverá fraternidade para tratar toda a gente com o mesmo amor diligente que une aqueles que são da mesma casa e da mesma família.

Conclusão:
É sabido que uma pequena percentagem dos orçamentos militares do mundo poderia irradicar a pobreza e resolver outros problemas centrais das sociedades humanas, caso houvesse vontade e coragem para tomar essa decisão.
Pensemos agora o que seria possível fazer deste planeta e de todas as suas populações se fosse possível acabar com a corrida aos armamentos e se se utilizassem todos esses milionários orçamentos em benefício do bem estar, da cultura e  da educação, em benefício da paz e do progresso moral da Humanidade!…

 

Autor: CB

“…navegar é solitário e cansa-se o navegante à medida do silêncio
da esperança do mar
do ardor da viagem
não se cansa não”

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fragmento de uma pintura da série “Peregrinação” (construida lendo Fernão Mendes Pinto) , de Costa Brites

Muito importante será que cada um dos amigos procure alargar o círculo dos interessados em seguir uma cultura não dogmática de enriquecimento moral e intelectual, em plena liberdade e independência.

fragmento de uma pintura: “Visões do Céu – memórias da infância” , de Costa Brites, 2008

 

Estatística 03

Mantém-se em bom nível o interesse de pessoas que consultam e descarregam os ficheiros de vários trabalhos de nossa autoria, nomeadamente o ficheiro PDF da tradução de “O Livro dos Espíritos”, com prefácio de autores e alargado conjunto de Notas finais para pessoas espíritas e não espíritas, todas interessadas em conhecer a sua origem e o seu destino como seres superiormente dotados de livre arbítrio e largamente dotados cultural, intelectual e moralmente.
Esse facto encontra-se claramente demonstrado pelas estatísticas de visitas e descargas em grandes plataformas de publicação internáuticas, tal como a Academia.edu, a Kardecpedia, o Archive.org, entre outras.

Abaixo publicamos dados apenas relativos à Academia.edu, que é a plataforma que melhor documenta esse movimento de visitas.
Em cada um dos elementos gráficos, é favor clicar para ver maior, devendo ser tidos em conta os valores e níveis de interesse registados antes. No primeiro gráfico aqui inserido há uma quebra percentual, dados o pico de interesse registado imediatamente antes, mas o número de interessados continua significativo.

Estatística 02

https://www.academia.edu/
https://palavraluz.academia.edu/

 

 

O nosso blogue na plataforma académica ACADEMIA.EDU e as várias publicações que ali inserimos encontram-se muito destacadas no seu volume de visitas, por pertencerem a uma minoria de 4% de todos os visitantes daquela prestigiada plataforma científico-cultural, como podemos ver a seguir:

 

 

 

Para ver em tamanho maior, é favor clicar nas imagens

Amistosas saudações a todos os nossos visitantes;
Façam o favor de se inscreverem como seguidores dos nossos blogues. Em cima, do lado direito:

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Estatística 01

 

Nunca me tinha lembrado de publicar estes elementos de importância relativa. Não vale a pena acrescentar comentários, as figuras falam por si.
Os mapas abaixo referem os núcleos de visitantes durante o período dos últimos 2 meses.

 

Os mapas acima foram retirados do site  estatístico “Statscounter” (gratuito, portanto incompleto e sujeito a falhas)
As indicações abaixo, rigorosamente exactas, foram retiradas da estatística da “WordPress”.

Ano de 2017

50 LikesPEDIMOS AOS VISITANTES INTERESSADOS COM EMPENHO CULTURAL QUE FAÇAM O FAVOR DE DIVULGAR E PROMOVER ESTA PÁGINA E SUAS ASSOCIADAS, SE JULGAREM QUE SE JUSTIFICA.

A ADESÃO COMO SEGUIDORES (ACIMA À DIREITA) COM REGISTO DE E.MAIL, PARA NOTIFICAÇÃO IMEDIATA POR PUBLICAÇÕES É MUITO INTERESSANTE.

FELICIDADES E PROVEITOS CULTURAIS A TODOS

20 Follows!

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para ver maior: clicar e ampliar sff
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Um convite, para desafiar os leitores…

Quem puder ler a página aqui em baixo reproduzida (que nem está completa…) também poderá ler o livro todo.
Primeiro todos o podem descarregar livremente.
Lê-lo, é só começar, continuar até ao fim, não custa nada…

Trata-se da nossa leitura de “O Livro dos Espíritos”, se não adivinharam já…

Nós, para traduzir e rever 3 edições, já o lemos, em várias línguas, mais de 100 vezes. E cada vez que o lemos, custa-nos sempre menos!…
Ora façam-nos o favor:
terceira edição da tradução de “O Livro dos Espíritos” para português de Portugal, 2018 (clicar nesta frase).

para ver maior, clicar na imagem, depois ampliar

como é evidente, a primeira página do Prefácio dos tradutores não acaba aqui….

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Nova tradução de O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Em edição aberta e livre para todo o mundo de língua portuguesa…

.TERCEIRA EDIÇÃO REVISTA

FICHEIRO PDF PROVISÓRIO DA OBRA COMPLETA, DISPONÍVEL AO FUNDO DESTA NOTÍCIA.

.Esta é a terceira edição da nossa tradução de “O Livro dos Espíritos” directamente do francês para português de Portugal, com duas notas de apresentação de grandes amigos nossos e distintos espíritas, JOÃO XAVIER DE ALMEIDA e JOÃO DONHA, ambos notáveis conhecedores da nobre lingua portuguesa, um português, outro brasileiro.

A nossa tradução tem o intuito de ajudar a criar uma nova geração de leitores de “O Livro dos Espíritos”, sobretudo junto de pessoas não espíritas , mas que também poderá, com proveito, ser lido por pessoas já conhecedoras do tema.

Inclui um prefácio dos tradutores, dirigido a essas pessoas e um nutrido grupo de Notas finais acerca das diferenças de cultura, de sensibilidade e de terminologias entre o que era antes e o que é hoje, relativamente ao tempo em que a obra foi organizada por ALLAN KARDEC, em meados do século XIX.

O trabalho geral de revisão do livro traduzido foram movidos pelos seguintes propósitos:

Primeiro
Aproximação mais acentuada do francês praticado pelo autor da obra ao português falado nos nossos dias, com critérios de ordem gramatical e lexical coerentes com o espírito da cultura respectiva.
Segundo
Sendo “O Livro dos Espíritos” a obra basilar da cultura espírita, o leitor terá um acesso mais fácil e penetrará mais fundo na restante obra de Allan Kardec.
Terceiro
A vontade de abertura sinalizada no prefácio de autores e o franco desejo de debate de ideias sugerido nas Notas finais do Livro sugerem o recentramento da obra de Allan Kardec no estudo fundamental da cultura espírita.De João Xavier de Almeida,
recebemos a mensagem de um prestigiado e histórico dinamizador e organizador da cultura espírita em Portugal.
Do seu valioso prefácio colhemos o seguinte momento, que convida todos os leitores à leitura completa do texto:

Jamais nos demitamos do dever de gratidão ao Brasil, pelas diversas traduções (totalizando, todas, muitos milhões de exemplares editados) que facultaram ao leitor português a obra colossal de Allan Kardec; convenhamos porém: a tradução que ora ouso prefaciar supre finalmente uma nada lisonjeira omissão editorial lusitana, tão longa e desconfortável aos nossos brios.
Dizer grandiosa e transcendente a obra traduzida, O Livro dos Espíritos, nada tem de exagero. Ela integra um pentateuco hodierno de que é o volume basilar, e configura um relevante marco civilizacional judaico-cristão de cultura universal. Sagra-se como a terceira dum ciclo de grandes revelações, iniciado com Moisés e aperfeiçoado por Cristo. Mas… revelação agora em estilo direto, lógico, assertivo, coerente com a profundeza latente das duas precedentes; uma revelação já não necessitada de alegorias e formalismos requeridos outrora pelo verdor evolutivo do Homem. Enfim, uma revelação sobre factos e leis naturais sistematizados com inatacável metodologia científica. Consistente, elucidativa, ela emerge vigorosa duma época onde o racionalismo, inebriado pela emancipação da opressiva tutela eclesiástica, derrapava no materialismo presunçoso que decretou “a morte de Deus” e entronizou a Deusa Razão.

De João Donha,
da cidade de Curitiba, no Brasil recebemos o favor fundamental de um testemunho de leitura; palavras de acolhimento e abertura de horizontes, para inspirarem à leitura mais proveitosa deste Livro, que nos oferece:
“…o novo paradigma do Espírito, da imortalidade, da responsabilidade individual pelos próprios atos, e da multiplicação ao infinito das oportunidades de correção e progresso…”

alguns parágrafos de João Donha:

1
…o paradigma teocrático… gerava um Estado teocrático, sustentado por uma poderosa instituição sacerdotal, com sua hierarquia sólida, seus ritos mágicos e sua capacidade de sugestão controlando as massas. O comportamento era subordinado à suposta vontade divina e, a adoração aos seus desejos. E, muito sangue foi derramado pelas religiões em nome da Divindade.

2
…o paradigma humanista, onde a ênfase é retirada da Divindade e passa a ser dada ao Homem, suas necessidades, seus direitos, suas aspirações e suas destinações. E, novamente, muito sangue foi derramado pelas revoluções em nome da Humanidade.

3
…um novo paradigma, onde a ênfase que já foi exclusiva da Divindade e, depois do Homem, transcende o imediato e passa a ser dada ao Espírito, ou seja, à nossa individualidade que sobrevive à extinção do corpo físico.

Este é o novo paradigma que o presente livro e as obras subsequentes que o completam está construindo. O Paradigma do Espírito, da imortalidade, da responsabilidade individual pelos próprios atos e, da multiplicação ao infinito das oportunidades de correção e progresso

NOTA:o ficheiro aqui disponibilizado foi tratado por amadores desinteressados de quaisquer direitos autorais ou de afirmação pessoal, completamente INDEPENDENTES DE QUALQUER ORGANIZAÇÃO IDEOLÓGICA, CULTURAL OU POLÍTICA.
Poderá pois, de momento, incluir algumas falhas de que pedimos desculpa e que irão sendo rectificadas.

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ficheiro pdf mais leve para descarga mais fácil (clicar nesta frase)

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Objectivos deste blogue e contactos

azulejo 11×11

Aqui se falará, DE FORMA COMPLETAMENTE INDEPENDENTE, desta e de outras vidas que nos esperam, tendo em vista a evolução do homem como um todo, social, cultural e espiritual, na perspectiva do espiritualismo científico tal como foi metodologicamente esclarecido por Hipólito Leão Denisard Rival, aliás Allan Kardec.

comentários e sugestões, que antecipadamente se agradecem, poderão ser efectuado para o seguinte endereço: espiritismo.cultura@gmail.com

NOTA IMPORTANTE:

Este endereço, por começar a estar excessivamente cheio, e porque está a alargar a sua actividade, possui uma extensão natural:

https://espiritismocultura.com

que agradece desde já a Vossa estimada visita.

 

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