A indesmentível realidade das reencarnações!….

A vida para além da morte está cabalmente provada pela absoluta evidência da vida antes da vida!…

 


Se observarmos uma qualquer criança pequenina no dia a dia dos seus primeiros meses ou anos de vida, poderemos notar  que revela de forma evidente ter guardada na sua capacidade de ver e de sentir uma vastíssima e complexa memória de percepções e sentimentos baseados em muitas vidas já vividas.


É impossível que a inteligência afectiva, os recursos de ordem prática e todas as variadíssimas reacções  de carácter intelectual objectivo e subjectivo possam ter sido achados e desenvolvidos por acaso, sem memórias muito anteriores ao seu respectivo nascimento.


É evidente que o materialismo dogmático vai poder encontrar razões unicamente materiais e orgânicas para tudo isso…


Onde as coisas podem atingir uma incompreensível e inatingível complexidade é nos casos como o do menino Tsung Tsung, abaixo documentado, por tantas e tão intrincadas razões que não ousamos (nem é preciso…) enumerá-las.

 

 

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LEIRIA, 25 de Dezembro de 1925 – SOL do PORVIR

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Com a generosa cedência de alguns documentos do seu acervo de obras espíritas, a Associação Espírita de Leiria permite-nos colocar à disposição dos nossos leitores  a digitalização de algumas obras históricas do Movimento Espírita Português, que irão sendo aqui publicadas por nós com o máximo gosto.

Foi naquela cidade que tivemos a dita de encontrar, já há muitos anos, os primeiros conhecimentos a respeito da doutrina espírita, sendo a culta e dinâmica “cidade do Lis” -como é conhecida entre nós – um alfobre histórico muito rico de referências culturais a esse respeito.

Pessoas da família do fundador deste blogue foram activos participantes do Centro Espírita de Leiria nos anos vinte do século transacto, antes do seu encerramento obrigatório, a partir de determinada altura, pelo regime pró-dogmático e fascista, instituído após o 28 de Maio de 1926.

Os conteúdos gráficos consultáveis que vamos publicar, são todos produtos genuínos da cultura espírita, cuja linguagem enaltece e abre horizontes a todos os seres humanos, agora e sempre.

Demonstram que em Leiria, há quase 100 anos, a cultura espírita estava no seu melhor, em termos da afirmação vertical dos seus princípios, da sua independência intelectual e da sua riquíssima sensibilidade espiritual.

 

Para ler os originais aqui apresentados de forma fácil, é favor clicar uma vez para abrir, outra para ampliar.

 

Leiria, Largo 5 de Outubro / Castelo – Acrílico s/ tela – 100 x 70 cm – Costa Brites; Col. Banco de Portugal

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Estatística 03

Mantém-se em bom nível o interesse de pessoas que consultam e descarregam os ficheiros de vários trabalhos de nossa autoria, nomeadamente o ficheiro PDF da tradução de “O Livro dos Espíritos”, com prefácio de autores e alargado conjunto de Notas finais para pessoas espíritas e não espíritas, todas interessadas em conhecer a sua origem e o seu destino como seres superiormente dotados de livre arbítrio e largamente dotados cultural, intelectual e moralmente.
Esse facto encontra-se claramente demonstrado pelas estatísticas de visitas e descargas em grandes plataformas de publicação internáuticas, tal como a Academia.edu, a Kardecpedia, o Archive.org, entre outras.

Abaixo publicamos dados apenas relativos à Academia.edu, que é a plataforma que melhor documenta esse movimento de visitas.
Em cada um dos elementos gráficos, é favor clicar para ver maior, devendo ser tidos em conta os valores e níveis de interesse registados antes. No primeiro gráfico aqui inserido há uma quebra percentual, dados o pico de interesse registado imediatamente antes, mas o número de interessados continua significativo.

Estatística 02

https://www.academia.edu/
https://palavraluz.academia.edu/

 

 

O nosso blogue na plataforma académica ACADEMIA.EDU e as várias publicações que ali inserimos encontram-se muito destacadas no seu volume de visitas, por pertencerem a uma minoria de 4% de todos os visitantes daquela prestigiada plataforma científico-cultural, como podemos ver a seguir:

 

 

 

Para ver em tamanho maior, é favor clicar nas imagens

Amistosas saudações a todos os nossos visitantes;
Façam o favor de se inscreverem como seguidores dos nossos blogues. Em cima, do lado direito:

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A Universidade de Virgínia, em busca de um novo paradigma

 

Preppy America: Preppiest Colleges & Universities in America

A Universidade de Virginia, fundada em 1819 por Thomas Jefferson, localizada na cidade de Charlottesville (clicar para ver maior)

Fundada em 1967 pelo Dr. Ian Stevenson, a DOPS (Division of Perceptual Studies) da Universidade de Virgínia, em Charlottesville é um grupo universitário de investigação há muito estabelecido, exclusivamente dedicado à análise de fenómenos que desafiam as correntes principais do paradigma materialista ainda dominante quanto à mente e o cérebro, como estruturas ligadas e interdependentes.

Ao contrário, os investigadores da DOPS estão a avançar no estudo dos fenómenos relacionados com a consciência como entidade independente claramente fora do corpo, bem como os fenómenos que revelam directamente a sobrevivência da consciência humana depois da morte física.

Através de estudo cuidadoso, os investigadores do DOPS analisam e documentam os dados empíricos que foram registados quanto às experiências humanas que revelam a sobrevivência da consciência em casos de morte física, aparecendo a mente e o cérebro como diferentes e separados.

“É nossa a esperança de que outros cientistas de mente aberta se aproximem de nós para continuarmos os desafios de um estudo sério, o da natureza da consciência e as suas interacções com o mundo físico.”

O professor Ian Stevenson, fundador do DOPS, (1918 – 2007) que desenvolveu profundos estudos experimentais relacionados com a tese das vidas múltiplas, ou reincarnação.

As investigações da Divisão de Estudos de Perceção (DOPS) da Universidade de Virginia, entre outros, incluem:

  • Investigação dos meninos que, ao redor do mundo, relataram casos de memórias retidas de vidas passadas;
  • Investigação da consciência; casos comprovados de relacionamento da mente separada do corpo;
  • Estudo de imenso número de casos de Experiências de Quase-Morte (EQM, Near Death Experiences, NDE, em inglês), para sistematização científica, mediante entrevistas com os respetivos protagonistas;
  • Estudo de neuro-imagens de casos PSI; etc

O vídeo aqui apresentado desenvolve-se, naturalmente, em língua inglesa. Para melhorar a sua compreensão, sugere-se o uso das legendas, também em inglês, que é possível inserir num dos comandos, do lado direito em baixo. O processo de inserção é automático, por isso, não 100% perfeito.

Neste vídeo, a respeito da VIDA DEPOIS DA MORTE está documentado uma série de depoimentos de 5 professores universitários, sendo moderador um conhecidíssimo escritor e actor, John  Cleese, um dos fundadores do Monty Python, e teve lugar no dia 12 de Abril de 2018 no Paramount Theatre em Charlottesville, com os seguintes participantes:

O professor Bruce Greyson, um dos fundadores do IANDS e professor da UVA. Para melhor esclarecimento consultar:
https://med.virginia.edu/perceptual-studies/dops-staff/bruce-greysons-bio/

O professor James Tucker, continuador de Ian Stevenson:
https://med.virginia.edu/perceptual-studies/dops-staff/jim-tuckers-bio/

Emily Williams Kelly, Ph.D. , UVA, Assistant Professor of Research, Division of Perceptual Studies, Department of Psychiatry and Neurobehavioral Sciences:

Emily Kelly’s Bio

Jennifer Penberthy, Ph.D. , Universidade da Virgínia; ABPP:

Jennifer Penberthy, PhD

Edward Kelly, Ph.D. Professor of Research, Division of Perceptual Studies, Department of Psychiatry and Neurobehavioral Sciences | Universidade de Virgínia;

Ed Kelly’s Bio

 

Alguns exemplos de livros editados pelas entidades acima referidas no âmbito do seu trabalho no DOPS

Estatística 01

 

Nunca me tinha lembrado de publicar estes elementos de importância relativa. Não vale a pena acrescentar comentários, as figuras falam por si.
Os mapas abaixo referem os núcleos de visitantes durante o período dos últimos 2 meses.

 

Os mapas acima foram retirados do site  estatístico “Statscounter” (gratuito, portanto incompleto e sujeito a falhas)
As indicações abaixo, rigorosamente exactas, foram retiradas da estatística da “WordPress”.

Ano de 2017

50 LikesPEDIMOS AOS VISITANTES INTERESSADOS COM EMPENHO CULTURAL QUE FAÇAM O FAVOR DE DIVULGAR E PROMOVER ESTA PÁGINA E SUAS ASSOCIADAS, SE JULGAREM QUE SE JUSTIFICA.

A ADESÃO COMO SEGUIDORES (ACIMA À DIREITA) COM REGISTO DE E.MAIL, PARA NOTIFICAÇÃO IMEDIATA POR PUBLICAÇÕES É MUITO INTERESSANTE.

FELICIDADES E PROVEITOS CULTURAIS A TODOS

20 Follows!

10 Follows!

Espiritismo Cultura desde 2012:

para ver maior: clicar e ampliar sff
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Terezinha Colle / IPEAK – Reuniões Espíritas Familiares 01 e 02

Aqui se apresentam duas obras de imenso interesse da autoria de TEREZINHA COLLE que tratam do importantíssimo tema das Reuniões Espíritas Familiares da forma como foram desenvolvidas por Allan Kardec, no momento histórico em que fundou o espiritismo.
O tema é muito vasto, vamos por isso dar a palavra à autora dos livros, fazendo uma citação substancial de um capítulo da sua primeira obra, chamando ao fim a Vossa atenção para a segunda.

Para descarregar o ficheiro PDF, basta carregar na imagem

4. As vozes do céu – necessitamos delas e as desejamos

Em nossos dias ainda pensa-se que apenas alguns médiuns têm o privilégio de se comunicar com os Espíritos, ou melhor, receber deles “mensagens”. Fala-se que somente se pode conversar com os Espíritos em determinados lugares, tidos por únicos a receber a “proteção do Alto”. Diz- se que as evocações, as instruções solicitadas aos Espíritos superiores “foram importantes no tempo de Kardec” para estruturação do Espiritismo, e que hoje em dia não se tem mais necessidade delas, ou até mesmo que seria perigoso alguém dedicar-se a tal prática.

Para ilustrar o que acabamos de dizer reproduzimos aqui pequenos trechos de orientações dadas por Espíritos, e que notoriamente são contraditórias com os ensinos de Kardec, mas tidas como verdadeiras por boa parte dos espíritas atuais:

“Coibir-se de evocar a presença de determinada entidade, no curso das sessões, aceitando, sem exigência, os ditames da Esfera Superior no que tange ao bem geral. (André Luiz, Conduta Espírita, cap. 11, “No templo”.)
“Abolir a prática da invocação nominal dessa ou daquela entidade, em razão dos inconvenientes e da desnecessidade de tal procedimento em nossos dias, buscando identificar os benfeitores e amigos espirituais pelos objetivos que demonstrem e pelos bens que espalhem.”
(André Luiz, Conduta Espírita, cap. 25, “Perante os mentores espirituais”.)

369 – É aconselhável a evocação direta de determinados Espíritos?
– “Não somos dos que aconselham a evocação direta e pessoal, em caso algum. Se essa evocação é passível de êxito, sua exequilibilidade somente pode ser examinada no plano espiritual. Daí a necessidade de sermos espontâneos, porquanto, no complexo dos fenômenos espiríticos, a solução de muitas incógnitas espera o avanço moral dos aprendizes sinceros da Doutrina. O estudioso bem-intencionado, portanto, deve pedir sem exigir, orar sem reclamar, observar sem pressa, considerando que a esfera espiritual lhe conhece os méritos e retribuirá os seus esforços de acordo com a necessidade de sua posição evolutiva e segundo o merecimento do seu coração.
Podereis objetar que Allan Kardec se interessou pela evocação direta, procedendo a realizações dessa natureza, mas precisamos ponderar, no seu esforço, a tarefa excepcional do Codificador, aliada a necessidade de méritos ainda distantes da esfera de atividade dos aprendizes comuns.”
(Emmanuel, O Consolador, pergunta 369.)

Preferimos, no entanto, nos embasar, quanto a esses pontos, nas próprias instruções de nosso mestre Allan Kardec, espalhadas por diversos lugares de sua obra, inclusive em uma das mais folheadas pelos Espíritas dos nossos dias: “O Evangelho segundo o Espiritismo”.

Vejamos o que escreveu Kardec:

“Esta obra é para uso de todos. Dela podem todos haurir os meios de conformar com a moral do Cristo o respectivo proceder. Aos espíritas oferece aplicações que lhes concernem de modo especial. Graças às comunicações estabelecidas doravante e de maneira permanente entre os homens e o mundo invisível, a lei evangélica, ensinada a todas as nações pelos próprios Espíritos, não será mais letra morta, porque cada um a compreenderá, e será incessantemente solicitado a colocá-la em prática, a conselho de seus guias espirituais.  As instruções dos Espíritos são verdadeiramente as vozes do céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho.” [1]

Kardec deixa claro que as comunicações com os Guias espirituais, para fins de instrução, é para ser estabelecida doravante e permanentemente, e por todos aqueles que desejem viver de conformidade com a moral do Cristo e não se julguem autossuficientes para consegui-lo sem o auxílio dos bons Espíritos.
Ainda a esse respeito, encontramos as respostas dadas por Kardec ao interlocutor que ele denominou “O Visitante”, em seu opúsculo intitulado “O que é o Espiritismo?”

O Visitante – Solicito-vos uma última questão. O Espiritismo tem poderosos inimigos; não poderiam eles fazer interditar seu exercício e as sociedades e, por esse meio deter sua propagação?

Allan Kardec – Seria um modo de perder a partida um pouco mais rápido, pois a violência é o argumento daqueles que não têm boas razões. Se o Espiritismo é uma quimera ele cairá por si mesmo, sem que para isso precise tanto esforço; se o perseguem é por que o temem, e só se teme o que é sério. Se é uma realidade, ele está, como eu disse, em a Natureza, e não se revoga uma lei natural com um traço de pena [caneta].
Se as manifestações espíritas fossem privilégio de um homem, não há dúvida que, colocando-se de lado esse homem, se poria um fim às manifestações; infelizmente para os adversários, elas não são um mistério para ninguém; não contém nada de secreto, nada de oculto, tudo se passa às claras; elas estão à disposição de toda gente, e se produzem desde o palácio até a mansarda. Pode-se proibir seu exercício público, mas sabe-se precisamente que não é em público que elas melhor se produzem; é na intimidade; ora, podendo cada pessoa ser médium, quem pode impedir uma família em seu lar, um indivíduo no silêncio do seu gabinete, o prisioneiro em seu cárcere, de obter comunicações com os Espíritos, mesmo nas barbas da polícia e sem que ela saiba?
Admitamos, entretanto, que um governo fosse forte bastante para impedi-las em seu território; impediria também nos territórios vizinhos, no mundo inteiro, pois não há país algum, nos dois hemisférios, onde não haja médiuns?
O Espiritismo, além disso, não tem sua fonte entre os homens; ele é obra dos Espíritos, que não podem ser queimados nem encarcerados. Ele consiste na crença individual, e não nas sociedades que absolutamente não são necessárias. Se se chegasse a destruir todos os livros espíritas, os Espíritos ditariam outros. (…)[2]

[1] O Evangelho segundo o Espiritismo – Introdução – I – Objetivo desta obra.
[2] O que é o Espiritismo?, cap. I – Pequena conferência Espírita – Segundo diálogo – O céptico – Interdição do Espiritismo.