Antigas e modernas visões do mundo

Esta é a continuação do trabalho iniciado há dias, de publicação de um conjunto de estudos de divulgação dos diversos capítulos de A Génese de Allan Kardec, para estimular o interesse nessa importantíssima obra, recentemente envolvida em problematizações complexas, que também iremos abordar, depois de publicada toda a série destes PowerPoints.

De autoria de uma grande amiga e colaboradora deste blogue, que construiu este interessante conjunto de trabalhos, para divulgação num numa sala de estudos da nossa terra.

Nesta semana trazemos aos nossos leitores o
Capitulo V – Antigas e modernas visões do mundo

O PowerPoint respectivo pode ser descarregado no link abaixo inserido:

A Génese Cap V Antigas e modernas
visões do mundo

O papel da Ciência na Génese

 

 

Uma aplicada colaboradora de “espiritismo cultura” tem estado a realizar um importante trabalho pedagógico num activo centro cultural espírita dirigido por pessoas muito dedicadas e competentes, nossas amigas.

Temos o prazer de iniciar essa proveitosa colaboração, que irá prosseguir, com a publicação do Capítulo IV de A Génese de Allan Kardec, que tem por subtítulo “O Papel da Ciência na Génese”.

O PowerPoint respectivo pode ser descarregado no link abaixo inserido:

 

A Génese Cap IV – O papel da Ciência na Génese

 

Uma maravilhosa prenda de Natal para todos

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BOAS FESTAS E UM ANO NOVO DE 2019 MUITO FELIZ PARA TODOS OS NOSSOS VISITANTES;

Para nos ajudarem na tarefa de divulgação da cultura espírita pedimos que divulguem palavraluz.com e espiritismocultura.com junto de todos os Vossos amigos e conhecidos.
Com o favor de militância espírita de se inscreverem como SEGUIDORES destas duas páginas  e o pedido de que o façam também todos os Vossos amigos e conhecidos.
Já temos mais de 100 seguidores (hoje 121…) mas gostaríamos de chegar AOS MIL  !....

FICAVA A SER O MAIOR CENTRO CULTURAL ESPÍRITA DE TODO O MUNDO… com objectivo na plena liberdade de pensamento e na visão optimista da vida

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PARA ESCUTAR A PORTENTOSA OBRA DE JOHANN SEBASTIAN BACH, A PAIXÃO DE SÃO MATEUS, BWV 244, É FAVOR CLICAR NESTA FRASE

 

Desculpem, estamos a traduzir “O Livro dos Médiuns”, para publicação no primeiro semestre de 2019 (uma novidade de vésperas de Natal…), por isso não há tempo para traduzir o texto abaixo…

MATTHEW-BASICS

Betrayal, judgement and death, but above all love; although most of the words of the St Matthew Passion are almost 2000 years old, the message is still relevant today.

The St Matthew Passion tells the story of the last days of Jesus. He is betrayed, tried, crucified and buried. The lyrics were compiled by Picander (the pseudonym of Christian Friedrich Henrici), probably in close consultation with Bach himself. For their theme, they took the story as told by St Matthew the Evangelist. As different groups or people have their say, the singers get different roles – Christ, Judas, Peter, a slave girl, the pupils, the high priests, the people and the soldiers, etc.

At key moments in the story, Bach and Picander added chorales and arias as a reflection of the biblical story. The action is suspended and the events are placed in the theological context of Bach’s day.
The chorale lyrics and melodies come from the Lutheran hymn book, and were well known to the congregation in Leipzig. Even though Bach’s harmonies were new, everyone would have recognised the melody and the words. The lyrics for the opening and closing choruses and the arias were brand new, however. Both the arias and the chorales often link up seamlessly with the evangelical words.

In his lyrics, Picander distinguishes between two groups of people: the ‘Daughters of Zion’ (Jerusalem) on the one hand, and the faithful souls on the other. Picander often puts these two groups in dialogue with one another. Bach reinforces this dialogue effect by having two separate ensembles of singers and instrumentalists, which he refers to as coro I and coro II. Each of the two ensembles has its own function. The first choir is part of the story and provides the most important emotional reactions, as in the arias ‘Erbarme dich’ and ‘Aus Liebe’. The second choir asks questions, provides commentary and draws conclusions.

In the chorales, Bach combines the two ensembles, and the whole group supports the spoken word. He also uses both choirs together where he wants to portray the furious crowd to maximum effect, as in ‘Lass ihn kreuzigen’. The first choir always takes the lead, and the second follows.

The ‘Dutch’ passion
Whether or not they are lovers of classical music, practically everyone in the Netherlands knows the St Matthew Passion. Every year, there is a real ‘Matthew madness’ in the month before Easter. Each town has its own performance and any reasonably large concert hall has at least two or three. The first performance of the St Matthew Passion in the Netherlands was in Rotterdam in 1870. Amsterdam followed suit in 1874. With the Concertgebouw orchestra, Willem Mengelberg then instituted a Passion tradition in Amsterdam that still continues today. In reaction to the Mengelberg performances, the Netherlands Bach Society was formed in 1921. The founders thought that the St Matthew should be performed where it belonged – in a church. The annual performance by the Bach Society in Naarden grew to become ‘the’ Dutch St Matthew Passion

João Donha – Espiritismo / 9 anos / 88 reflexões importantes

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Sem comentários, recomenda-se visita e leitura atenta

Diz-nos João Donha, com toda a razão de sempre:
O inusitado dos blogs é que, tal como nos mangás, os primeiros textos que vemos são, na verdade, os últimos. Assim, quem quiser acompanhar o pensamento do bloguero na sequência em que surgiu, deve começar pelo fim, para encontrar o início.

Hoje Domingo, bom dia a toda a Humanidade….

Johann Sebastian Bach vai começar a visitar assiduamente palavraluz.com e espiritismocultura.com, com as palavras e os sons que nos aguardam, cantadas, quem sabe se por nós mesmos, aprendizes da paz, do progresso e da beleza sem fim da obra de Deus…

Vá lá, comecem, cantando connosco e… Charles Daniels… Bist du bei mir… Bach, com a inspiração sublime de Stölzel, não é bom esquecer….

A token of love

Bach gave the second Notenbüchlein to his wife as a gift.

If Bach wrote one singalong tune, it was surely Bist du bei mir? Unfortunately not. Although Bach did have a hand in it, the song itself is by… Stölzel. The theme was a wonderful choice to open his gift music book to Anna Magdalena: a simple song of gratitude, trust, faith in God and faith in his second wife. We do not know how the couple were familiar with the aria from Stölzel’s Diomedes, but maybe the opera was so fashionable that tout Leipzig was humming the melody.

The Notenbüchlein für Anna Magdalena Bach
Shortly after their arrival in Leipzig in 1723, Johann Sebastian and Anna Magdalena Bach revealed themselves as a cultural power couple. Although Anna Magdalena gave up her successful public singing career, she joined her husband in running a thriving music business, alongside looking after a large and growing family. We have at least two tangible traces of their married life in the form of two Notenbüchlein from 1722 and 1725.

Whereas the first Notenbüchlein was still a sort of notebook, containing things like early versions of five ‘French Suites’ (and who knows what else, as two-thirds of the pages are missing), the second one was definitely intended as a gift from Johann Sebastian to his wife. In fair copy, he notated two Partitas and all sorts of other music of Anna Magdalena’s own choosing, such as the aria from the Goldberg Variations and the song Dir, dir Jehova, BWV 452, as well as music by composers like Couperin and Bach’s stepson Carl Philipp Emanuel. Together, the Notenbüchlein form a colourful mix of arias, chorales and suites.

Vocal Texts

Original
Bist du bei mir, geh’ ich mit Freuden
zum Sterben und zu meiner Ruh’.
Ach, wie vergnügt wär’ so mein Ende,
es drückten deine lieben schönen Hände
mir die getreuen Augen zu!

Translation
Be thou with me and I’ll go gladly
To death and on to my repose.
Ah, how my end would bring contentment,
If, pressing with thy hands so lovely,
Thou wouldst my faithful eyes then close.

Translation: Z. Philip Ambrose

 

 

A VERDADE INDUBITÁVEL DAS COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS

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Gaveta de núvens, acrílico s/ tela s/ platex, Costa Brites 2001

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Conheci em tempos uma pessoa que transcrevia comunicações mediúnicas das reuniões espíritas que frequentava.
Com as responsabilidades familiares que tinha, a tarefa fazia-se longa e cansativa.
Sendo de minha amizade muito próxima permiti-me dizer-lhe um dia:
Olha, sendo assim, não tens que transcrever tudo. Dos apontamentos, passa a limpo só as coisas que tiverem história, que sejam aproveitáveis. Com o resto, não te cansas.

Olhou-me a minha serena e confiante amiga, com aquele silêncio perturbado e suspenso com que olhamos temerosamente as coisas que achamos que podemos perder por descuido, e disse-me:

OBRIGADO QUERIDO AMIGO
com essa bem intencionada proposta com que querias sossegar-me
descobri porque são verdades invencíveis as coisas que nos contam os Espíritos nossos amigos:
Nunca nos contam duas coisas iguais, ou ditas da mesma forma.

As comunicações dos espíritos, além de corresponderem a factos comprováveis pela própria vida vivida,
nunca repetem as mesmas verdades da mesma forma, porque,
como a vida vivida, são sempre diversos, variam como
a água de uma fonte, que a cada instante se renova.
As comunicações dos espíritos são de uma verdade que não ilude e não simulam a realidade
são exatamente como a realidade – irrepetível e infinitamente diversa;
é fundamental aproveitá-las todas
da primeira à última letra

Carlos Lobo, um olhar aberto no meio da multidão ; Publicado no “Diário de Coimbra” de 7 de Dezembro de 2001

 

 

 

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Um convite, para desafiar os leitores…

Quem puder ler a página aqui em baixo reproduzida (que nem está completa…) também poderá ler o livro todo.
Primeiro todos o podem descarregar livremente.
Lê-lo, é só começar, continuar até ao fim, não custa nada…

Trata-se da nossa leitura de “O Livro dos Espíritos”, se não adivinharam já…

Nós, para traduzir e rever 3 edições, já o lemos, em várias línguas, mais de 100 vezes. E cada vez que o lemos, custa-nos sempre menos!…
Ora façam-nos o favor:
terceira edição da tradução de “O Livro dos Espíritos” para português de Portugal, 2018 (clicar nesta frase).

para ver maior, clicar na imagem, depois ampliar

como é evidente, a primeira página do Prefácio dos tradutores não acaba aqui….

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